O Comitê de Investigação da Rússia, o equivalente ao FBI americano, afirmou em um comunicado que tudo indica que acredita a morte da jornalista e cientista política Darya Dugina “foi um crime planejado com antecedência e contratado por terceiros”.
Dugina, filha do pensador russo Alexánder Dugin, morreu na noite de sábado (20), após a explosão de um Toyota Land Cruiser, no qual ela estava ao volante, em uma rodovia a 32 quilômetros a oeste de Moscou.
“Um dispositivo explosivo foi colocado na parte de baixo do carro do lado do motorista. Darya Dugina, que estava ao volante, morreu no local”, disse o comitê.
O incidente ocorreu no distrito de Odintsovo, uma área nobre dos subúrbios de Moscou, por volta das 21h45 no horário local.
O carro pegou fogo, espalhando pedaços pela estrada. A imprensa russa informou que o veículo colidiu em uma cerca antes de ser tomado pelas chamas.
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