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Futuros candidatos a Governo do Amazonas possuem diversos processos na justiça

A pouco mais de um ano da corrida eleitoral para governo do Amazonas, os principais candidatos a governo do estado possuem diversos processos no Tribunal de Justiça do Amazonas, e no Supremo Tribunal Federal.

Amazonino Mendes, Eduardo Braga e o então governador Wilson Lima que são os principais nomes para concorrer ao cargo de governador do Amazonas em 2022, possuem processos na Justiça.

Amazonino Mendes

O ex governador do Amazonas responde a 11 processos junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, os processos são por improbidade administrativa e violação aos princípios administrativos. Já no STJ Amazonino possui dois processos na Corte. Em 2001, o STJ instaurou inquérito para apurar prática de crimes previstos nas leis 8.666/93 (Lei das Licitações) e 8.137/90 (dispõe sobre improbidade administrativa), conforme denúncias feitas no Ministério Público Federal.

Eduardo Braga

O senador Eduardo Braga (MDB) possui quatro processos registrados no Poder Judiciário de Brasília. No STF, Eduardo responde ao menos 12 processos. Em 2019 a Polícia Federal e o Ministério Público Federal abriram um Inquérito Policial (IPL), por meio, de uma investigação da operação ‘Lava Jato’ para investigar uma possível simulação de notas fiscais onde foram pagos R$ 6 milhões. O senador, na época do ocorrido, era líder do MDB no Senado Federal. O processo ainda está em andamento no STF, onde o relator é o ministro Edson Fachin.

Wilson Lima

O então governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), se tornou réu por desvio de recursos na pandemia e vai responder processo criminal. Na última segunda feira (20)o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu por unanimidade e aceitou denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra ele e mais 13 pessoas. Wilson Lima é acusado de chefiar uma organização criminosa que teria desviado dinheiro público destinado a compra de respiradores durante a pandemia de covid-19. Ele também foi acusado de fraudes em licitação.

De acordo com a acusação, o governo estadual comprou os 28 respiradores por R$ 2,9 milhões de uma importadora de vinhos dois dias depois de ter recebido uma proposta de venda dos mesmos aparelhos por R$ 2,4 milhões de uma outra empresa do setor de saúde. Segundo a denúncia, a importadora de vinhos comprou os aparelhos poucas horas antes de vendê-los ao governo, servindo apenas como intermediadora para elevar o preço dos equipamentos teria resultado no desvio de R$ 496 mil.

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