Rogério Caboclo foi afastado do comando da CBF no dia 6 de junho, após se tornarem públicos áudios em que ele aparece fazendo investidas contra a secretária que o denuncia por abuso moral e sexual
A defesa voltou a dizer que Caboclo não cometeu "nenhum tipo de assédio" e afirmou que o presidente afastado da CBF é "vítima de um procedimento absolutamente viciado que tem como base provas ilícitas, depoimentos de testemunhas evidentemente interessadas em um desfecho negativo para o acusado e fundamentação jurídica esdrúxula"