O modelo e influenciador Bruno Krupp recebeu alta nesta terça-feira (6) e está liberado para deixar o hospital penitenciário onde estava internado desde o dia 6 de agosto. Com a liberação, Krupp ficará no Complexo de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Em 30 de julho passado, Krupp atropelou e matou João Gabriel Cardim Guimarães, de 16 anos. O modelo estava de moto e sem habilitação. Ele foi denunciado pelo Ministério Público e virou réu pela morte do adolescente.
Krupp ainda é réu por estelionato. Ele é acusado pelo Ministério Público estadual de clonar cartões e aplicar golpes em turistas.
O laudo assinado por Vicente Amado de Sousa, coordenador médico do Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho, informou à Justiça, nesta segunda-feira (5), que o modelo tratou dos ferimentos que o mantinham internado na unidade.
A informação foi prestada a partir de mandado expedido pelo juiz Gustavo Kalil, da 4a Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.
“Paciente foi liberado para a unidade prisional de origem após tratamento e exames complementares para seu correto diagnóstico e conduta médica”, informa o coordenador médico no documento emitido a Justiça.
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Modelo recebeu dinheiro do Ceperj
Bruno Fernandes Moreira Krupp está entre as 27 mil pessoas que receberam valores via cargos secretos da Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos, Ceperj.
O jornal O Globo revelou em 31 de agosto que Krupp fez duas retiradas em dinheiro que totalizaram R$ 4.740, uma em maio e outra em junho. As informações foram confirmadas pelo g1.
Os saques sem transparência são alvos de investigação do Ministério Público e do Tribunal de Contas.
Em nota, a Ceperj informou que Bruno Fernandes Moreira Krupp “não é funcionário da instituição, já que o contrato assinado com a Fundação diz respeito a uma prestação de serviços, sem qualquer tipo de vínculo empregatício”.
A fundação ressaltou que “todas as contratações estão suspensas e não há pagamentos sendo realizados”. E disse, ainda, que “convênios e contratações da Fundação Ceperj estão sendo apurados, a fim de constatar a regularidade da prestação de serviços e outras eventuais falhas”.
*G1



