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Moradores de Rua da Copa aproveitam para ganhar renda extra em Manaus

Moradores da conhecida como “Rua da Copa, a rua 3, no Bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus, aproveitam o grande fluxo de torcedores durante os jogos para ganharem uma renda extra. No terceiro jogo da Seleção Brasileira no mundial, eles venderam bebidas, comidas, serviço de massoterapia e até uso do banheiro da própria casa, nesta sexta-feira (2).

A garagem da casa da contadora Patrícia Fernandes, na Rua 3, virou um restaurante. No local, ela vende bebidas, carne na chapa, bolo, pudim e salgados.

A rua, tradicional por receber a torcida pela seleção brasileira, está movimentada desde que a decoração com bandeirolas e pinturas no asfalto ficou pronta. Mas em dia de jogo do Brasil, a quantidade de torcedores aumenta, e a família da patrícia aproveita para vender todo o estoque.

A filha da técnica de enfermagem Daniele Passos pediu um bolo de chocolate da mãe durante o jogo, na segunda vez que a família visita a Rua 3 e gostou da ideia dos moradores em aproveitar a oportunidade para ganhar a renda extra.

A frente da casa da dona de casa Maria Iolen virou uma banca. Tem pirarucu de casaca, salpicão de frango, lasanha, tacacá, pudim e outras delícias. Junto com ela, a irmã e a filha que não mora no local, mas vem ajudar, trabalham nas vendas.

“Aqui é assim. Uma ajuda a outra e assim vamos trabalhando. No final, vemos quanto que dá para cada uma e vamos dividindo”, afirmou Iolen.

Há quem aproveita a oportunidade para alugar uma das casas da rua para oferecer serviços de massoterapia na calçada. É o caso dos massoterapeutas Marcela Mendonça e Nazo Ferreira.

“Tem muita gente. Todo mundo tenso. Então, a gente aproveita para trabalhar o empreendedorismo com essa prestação de serviço com a massagem, que vem bem a calhar”, afirmou Ferreira.

E há também que viu oportunidade até para alugar o banheiro da própria casa na Rua 3, para os torcedores, por R$ 2, como o metalúrgico Hecton Fernandes.

“O pessoal não quer sair para não passar no meio da muvuca, aí a gente faz aqui a R$ 2. Um preço simbólico”, afirmou o dono da casa.

*G1 Amazonas

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