O suspeito confesso que matou a servidora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Silvanilde Veiga, foi identificado como Caio Claudinho de Souza, 25, não trabalhava no condomínio Gran Vista, estava apenas cobrindo o turno de outro vigilante.
O vigilante afirmou ao chegar na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que o crime se tratou de um acidente.
“Foi um acidente”, disse o suspeito ao chegar na sede da DEHS.
Ele afirma que estava sob efeito de entorpecentes, e que seu filho passava por necessidade, por isso tomou a decisão de cometer esse latrocínio. Segundo ele o assassinato foi um acidente.
A prisão aconteceu após dez dias do assassinato.
Compreenda o caso
A servidora do Tribunal Regional do Trabalho do Estado do Amazonas (TRT-AM), Silvanilde Ferreira Veiga, de 58 anos, foi vítima de facadas dentro do próprio apartamento em um condomínio residencial de luxo, localizado na rua Raimundo Nonato de Castro, bairro Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.
A perícia criminal constatou que Silvanilde foi agredida fisicamente no rosto e na cabeça, o que resultou em marcas e vários traumas no crânio, além de edemas.
Em seguida, Silvanilde levou várias facadas, a maioria na área do pescoço. Foram esses os ferimentos que teriam lhe causado a morte. Uma das facadas, aplicada de forma transversal, cortou a traqueia e fez com que ela parasse de respirar.
O condomínio onde morava Silvanilde e sua filha possui um rígido esquema de segurança. Só há duas formas de visitantes entrarem ao local: acompanhado do morador ou por meio de um acesso via QR Code.
A segunda forma consiste no morador enviar um código QR Code para o visitante apresentar na portaria do condomínio. Neste código, há informações do visitante e do morador que liberou sua entrada, bem como é registrado o horário de entrada e saída do condomínio.
Outra forma de entrar no local, seria como entregador de delivery, que tem acesso no mesmo padrão de outros residenciais.



