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N98 | Sem Fiscela desta sexta-feira (24/09)

Amazonino e seu regime especial de irresponsabilidade

Nos anos noventa do século passado, o então governador Amazonino Mendes “criou” uma nova forma de contratação de servidores públicos, o Regime especial. Ignorando o preceito constitucional que prevê o concurso público como única forma de acesso ao quadro de servidores públicos, o então governador Amazonino contratou professores, agentes administrativos, profissionais de saúde a seu bel prazer.  A prática imediatamente foi seguida pela Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas e até mesmo pelo Tribunal de Justiça. Agora a conta chegou. O Supremo Tribunal Federal decidiu o que todos já sabiam, e determinou o cumprimento da legislação. Ou seja, cerca de dez mil servidores ativos e outros tantos aposentados terão seu vínculo laboral com o Estado reincididos. O problema é enorme. Exigirá a abertura de concurso público imediatamente para suprir a ausência dos que foram atingidos pela decisão. A administração pública estadual corre o risco de sofrer um apagão pela falta de servidores. Não podemos ignorar que os dramas pessoais serão enormes. Muitos dos atingidos pela decisão judicial terão muita dificuldade de se colocar no mercado de trabalho. Os aposentados, ao terem suas aposentadorias canceladas, irão buscar a aposentadoria no INSS e terão perdas significativas de vencimento. Pergunta do Sem Fiscela:  Amazonino será julgado por seu ato inconstitucional?   Será responsável criminalmente por todos os problemas que sua “criatividade” causou aos cofres públicos?

Atenção pra chamada:  Vagabundo? Ladrão? Picareta?

A CPI da Covid não cansa de dar maus exemplos a sociedade brasileira. Falta de decoro, de educação, desrespeito ao processo legal, desrespeito a legislação são constantes nas sessões da CPI. Ontem, mais uma vez o show continuou. Os senadores Renan Calheiros, do MDB de Alagoas e Jorginho Melo, do PL de Santa Catarina quase foram as vias de fato. Durante a discussão, foram proferidas palavras como vagabundo, ladrão, picareta; não necessariamente nessa ordem. Acreditamos que os senadores sabem do que falam. Por isso, acreditamos nos dois e não defendemos nenhum. Assim, defenderemos a briga!

A crise é grave

Durante a live semanal do Presidente da República, o amazonense Jair, ficou claro que a crise hídrica, e por conseguinte a crise energética, é irreversível. Já são poucos no governo que negam a possibilidade de apagões e racionamentos. Por conta disso, nosso conterrâneo usou de seu poder de persuasão e orientou os consumidores quanto ao uso racional da energia, sugerindo até que elevadores não fossem utilizados. O caboclo Jair, embora não tenha falado de economizar a energia do elevador, que não é lá um dos melhores exemplos, ao menos já deu o ‘bizu’ para o consumo consciente, sugerimos que ele agora faça o mesmo em relação às vacinas. É inconcebível, que ainda existem pessoas que se recusem a se imunizar; não importa por qual motivo, principalmente se for por medo de reações das vacinas. Basta observar que após a vacinação os números de doentes diminuíram. É hora de parar de pavulagem, caboclo.

BR 319, uma novela sem fim!

A estrada federal que liga Manaus a Porto Velho, conhecida pelos amazonenses como BR 319, está para ter seu tráfego interrompido mais uma vez. É impressionante como governo após governo, as estradas federais da Amazônia são completamente desprezadas. Já comentamos algumas vezes sobre a estrada federal que liga Manaus a Boa Vista, no Estado de Roraima, que caminha a passos largos para ficar intrafegável pela falta de manutenção. Parece que o Ministério dos Transportes não nos reconhece como brasileiros. Esperamos que os candidatos que usam as nossas estradas como bandeira de luta, honrem suas promessas e briguem pela manutenção de nossas estradas.

Falo mermo!

“Que viva muito para pagar por seus crimes”, disse a Deputada Federal Joice Halseman sobre o fato do também Deputado Eduardo Bolsonaro estar com Covid-19.

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